quinta-feira, 27 de março de 2008

Ferramenta de Gestão Hospitalar - BI

O BI na medida certa
De uma forma abreviada, o BI se resume como sendo os mecanismos que fazem chegar a informação certa, às pessoas certas e na hora certa.
Para reforçar a idéia que o BI é cada vez mais indispensável dentro das empresas, permitam-me lançar mão de um exemplo do nosso dia-a-dia. A maioria das pessoas no mundo todo são apaixonadas por automóveis. Temos modelos, marcas e preços dos mais variados. Todos possuem algo em comum, que é vital a meu ver em termos de segurança e direção:

Vocês já tentaram dirigir alguma vez sem algum deles? Isto pode ser uma verdadeira aventura, e é claro um perigo para os outros motoristas.
Nossos movimentos tornam-se lentos
Ficamos preocupados a todo o momento com os outros carros a nossa volta
Ficamos confusos e indecisos
Trazendo este exemplo para o mundo dos negócios, não é muito diferente. Um BI pode ser tão importante na sua empresa como os espelhos retrovisores do seu carro, e seguramente, podemos compará-lo aos indicadores de performance que fazem parte desta solução.
Um piloto de Fórmula-1 precisa estar atento ao que acontece à sua volta, e sempre de olho no espelho retrovisor e no restante dos equipamentos, para não ser ultrapassado por seus concorrentes. Da mesma forma que um executivo precisa de métricas e unidades de medida para basear suas decisões. Sem esses recursos seus movimentos também se tornam lentos na tomada de decisão, e mais cedo ou mais tarde verá seu concorrente ultrapassá-lo

Desmistificando o BI
O mercado de Inteligência Competitiva conta hoje com uma variedade muito grande de produtos e fornecedores. As características de cada solução vão depender da necessidade de cada empresa. Por isso é muito importante saber avaliar cada uma delas e o que se propõe.
João Sidemar Serain tem sólida experiência em Business Intelligence, é pós-graduado em Engenharia da Informação – FASP (Faculdades Associadas SP)e graduado em Administração de Empresas – UNIABC (Universidade do Grande ABC). Atualmente trabalha na empresa 7Comm.

terça-feira, 25 de março de 2008

Quais são os seus novos negócios para 2º semestre de 2008?

O administrador hospitalar é ciente dos principais índices gerais do seu segmento, mas o meu interesse aqui é comentar apenas dois deles do Grupo III Índices Econômicos Financeiros publicado pela ANAHP www.anahp.com.br :

1. Margem líquida de 5 - 8 %
2. Prazo Médio de Recebimento 63 dias

As margens líquidas dos maiores hospitais privados brasileiros , no geral ,são tímidas e há mais de 15 anos , desde que foi extinto o ganho com a ciranda financeira da economia brasileira , a alta lucratividade na comercialização de materiais e medicamentos alcança patamares vertiginosamente decrescentes de rentabilidade , com quebra de patentes ,unilateralidade de ações dos contratantes ferindo a teoria geral de do direito cível , em suma, a gestão não se profissionalizou minimamente a contento . Abro um parênteses, para falar do início da minha carreira , em 1991, quando houve a paridade cambial em nossa economia. Eu me lembro que gerenciava ainda em Salvador - Bahia, contas bancárias em aplicações diárias com diversos bancos . Ora, de negócios em saúde ,os administradores de empresa em hospitais , que não podiam ser ditos especializados , pouco dominavam o segmento. Àquela época tive a grata oportunidade de deter o know-how de gestão da Teoria Empresarial Odebrescht - TEO , com a introdução de fluxo de caixa por centro de resultado , só com o previsto, porque tinha o imprevisto de sua aplicabilidade, dado aos entraves tecnológicos na integração de sistemas gerenciais de saúde com a complexidade de informações. Em outras palavras, uma coisa era o que se produzia, a outra o que se faturava e finalmente , o que entrava no caixa e tinha uma tarja transparente de identificação just- in- time, de-para, ou qualquer terminologia cibernética da modernidade, para termos o direito de recebermos integralmente pela prestação de serviços previamente pactuados se claro, corretamente cobrados. Fui "forçada" a entender de custos do setor terciário antes que perdesse mercado de trabalho porque nem alto executivo de RH salvava patrimônio e empregabilidade ! As glosas eram lineares, os custos fixos altíssimos, os demonstrativos de pagamentos de convênios ( quando existiam ) eram hieróglifos, tardios , repasses feitos à mão, notas fiscais emitidas sobre valor bruto impostos recolhidos antecipadamente, e a contabilidade aguardava "com fé" a reconciliação da nota com seus variados e consistentes extratos de pagamento, auditorias de convênios escritas à lápis nas contas e um staff de faturamento, contas à receber de fazer inveja ( no quantitativo ), a equipe interna e "concorrente" de planejamento e resultados , hoje dita contabilidade de custos , que por sua vez , demorava em média , 3 meses , para que os resultados de cada unidade de negócio fossem consolidados ( já tendo sido repassados os resultados financeiros aos médicos "parceiros" através de demonstrativos de planos de ação anuais na forma de adiantamentos ).
Tornamo-nos instituições financeiras ! E ainda, sem background de banqueiros na cobrança de taxas , juros e boletos bancários, fomos devorados pela conjuntura do sistema econômico-financeiro , atolando-nos em dívidas de todas as esferas cíveis e governamentais. Ficamos sem CND's,ou com elas negativas mas de efeito positivo ; alterações no código civil e fomos chamados de solidários! O "gap" do ciclo financeiro x operacional só não evoluiu mais por conta da retração da Selic , infelizmente, desde apenas,os últimos 3 anos. Tivemos que buscar outras alternativas de negócios dentro do negócio. Aí foi que a estória do segmento de saúde começou a ficar interessante e disso eu discorrerei ao longo de cada unidade apresentando para os leitores blogueiros, sugestões de gestão, entrevistas com os líderes empresariais e stakeholders . Abraços Lorena

segunda-feira, 24 de março de 2008

Links recomendados

Vendas Diferentes
Liz Bittar & Associados - 24-Mar-2008

sábado, 22 de março de 2008

Planos de Saúde e os seus direitos

O Instituto Brasileira de Defesa do Consumidor (Idec) anunciou o ranking de reclamações do ano de 2007 por setores. Pelo oitavo ano consecutivo, as operadoras de saúde continuam na primeira posição, seguida pelo setor financeira. Com mais de 20 mil contatos de consumidores por ano e cerca de 23 mil consultas sobre ações judiciais no Idec, os planos de saúde obteve 17,1% das reclamações. As queixas são variadas, mas giram em torno de reajuste abusivo, falta de cobertura de procedimentos, consultas e exames.

Fonte:- Saúde Business Web