domingo, 27 de abril de 2008

Verticalizar a Saúde

Sim , a tendência das operadoras de saúde têm sido a de verticalizar seus serviços ( vide abertura de capital da Amil, Dasa e Medial). O objetivo? Controlar melhor os custos e consequentemente menores preços! Os prestadores de saúde que se adiantem também para essa guerra de mercado , porque com a qualidade comprometida dos serviços públicos de saúde, a falta de compromisso com a cidadania , e a ascensão na renda do consumidor brasileiro , a tendência de consolidação nos grandes centros brasileiros já é realidade , com notórios investimentos no nicho de mercado da classe c contando com rede própria de atendimento. Para a concorrência, o que prevalece agora é a sua qualidade de gestão .Profissionalizada.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Business Information x Intelligence ?

O BI como Business Information , ou Business Intelligence? O primeiro artigo que li me fez imediatamente lembrar que, à frente da coordenação de um comitê de processos, logo após a implantação “demo” do BI no hospital, eu pude constatar , que ao analisar os horários de pico de atendimento do Pronto Socorro ( e estava lá, contrariando todas as estatísticas de atendimento em um determinado Código Internacional de Doença – CID) , registrado de que o horário de maior fluxo de atendimento , nos últimos 3 meses, era depois da meia-noite , o que me fez prontamente concluir de que apenas as guias do P S estavam sendo registradas pela madrugada, dada ao excesso de atendimento com o surto de dengosos e a falta de RH a contento. Vamos valorizar a inteligência analítica empresarial do Davenport! Lorena Telles Pinheiro ,Administradora Hospitalar . Foi corrigido a falha no processo. de RH, bien sûr!

A Saúde dos Negócios em Saúde

por Eduardo Elias Farah

10/04/2008

Atuação e intenção dos envolvidos determina a prosperidade do setor

As empresas de saúde precisam ter saúde para sobreviverem e cumprirem com seu papel. Ter saúde pode, de forma simplificada, ser entendido como ser próspero. Mas o que faz diferença neste setor para se ter um negócio próspero?

A questão é bastante ampla e complexa, pois existem muitos fatores que irão influenciar os resultados de um negócio em saúde. Sabemos sobre a necessidade de se ter custos muito bem administrados, processos e fluxos internos bem planejados e cumpridos, tecnologia apropriada de equipamentos e no uso da informação, estrutura física e recursos adequados, posicionamento de marketing e comunicação específicos, direcionamento claro das tomadas de decisão, entre outros.

Antes de continuar com essa análise, e ir direto ao que realmente entendo que faz a diferença, vale a pena uma rápida reflexão do que vem a significar ser próspero na área. De forma simplificada, é possível dizer que prosperidade é algo que traz resultados positivos para todos os stakeholders, como donos/acionistas, funcionários, médicos, pacientes, fornecedores, meio ambiente, sociedade e governo. Isso significa contribuir efetivamente para todos os envolvidos.

Como estamos falando sobre saúde, esse é um negócio que precisa efetivamente ajudar no processo de cura das pessoas. Assim, entre os muitos elementos importantes da sua gestão, dois podem fazer a diferença. O primeiro deles é a atuação (e por que não dizer, união) entre médicos e profissionais de saúde envolvidos; e o segundo elemento é a real intenção desses envolvidos.

Os estudiosos da cadeia de valor em saúde percebem que um médico costuma ter um grande poder de influência, já que é por ele que quase sempre passa a especificação e/ou o direcionamento das necessidades dos pacientes. Incentivar o melhor de cada médico envolvido é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Para fazer isso, é importante entender a realidade desta classe profissional e o que pode ser feito para auxiliá-la. Assim como em qualquer profissão, e com a medicina não é diferente, existem profissionais que colaboram e que "atrapalham" os processos. Mais do que isso, um mesmo médico pode contribuir de um jeito ou resistir de outro, dependendo da situação. Neste momento é importante: 1) fugir de qualquer estereótipo ou julgamento; e 2) focar nas formas que podem estimular as qualidades desses profissionais. Isso pode ser feito a partir de várias ferramentas que incluem educação, diálogo, programas de relacionamento, sistemas de informação, lógica e valores de remuneração, coaching, entre outros.

Já tive a oportunidade de presenciar diversas situações de conflitos e ouvir muitas opiniões em relação aos médicos. Essas diferentes idéias, vindas de profissionais e dirigentes de empresas que atuam na área de saúde, indicam os médicos às vezes como uma solução e outras como um problema deste setor. Entendo que o médico seja parte dos dois lados em questão e, portanto, cabe aos dirigentes puxar o melhor desses profissionais para que a solução prevaleça. Diretamente relacionado a esta necessidade, temos o segundo ponto que faz a diferença nos negócios em saúde: a real intenção por detrás da empresa.

Esta intenção pode até estar expressa na missão, visão e valores da organização, mas o fato de estar escrito não significa que ela seja verdadeira. Para gerar efetivo resultado, essas idéias precisam estar incorporadas nas decisões e nos atos, principalmente naqueles oriundos da liderança. Clareza nas ações, compromisso positivo e integridade são os elementos que inspirarão os médicos e todas as pessoas envolvidas a dar o seu melhor e, assim, contribuir à cura do paciente, seja em uma atuação direta ou indireta.

A intenção "positiva" é tão importante quanto difícil, pois envolve um determinado nível de consciência das pessoas envolvidas. Nem sempre estamos maduros para reconhecer e admitir as limitações ou contradições das nossas intenções, sendo necessário um trabalho específico para que isso seja atingido. Um dos primeiros passos nesta direção é fazer um diagnóstico de todas as incoerências da empresa, já que a verdade não está naquilo que é dito, mas sim naquilo que acontece na prática. É preciso coragem para se fazer um trabalho cuja finalidade é olhar para os fatos que não condizem com as intenções. Entretanto, é daí que vem uma certeza e força de vontade para fazer o que precisa ser feito. Por si só, esta atitude inicial gera uma força que influencia no despertar da motivação interna de cada um.

De maneira concreta, entendo que a empresa, seja um hospital, um sistema pagador, uma indústria farmacêutica, um laboratório de análises clínicas, ou qualquer outra organização da área, tem que decidir para qual direção seguir, fugindo daquelas "belas frases" e daquilo que os outros gostam de ouvir. Só existe uma coisa que pode inspirar e estimular o comportamento positivo e engajado de forma perene de um diretor, de um médico e de qualquer ser humano: é a sensação da certeza de seu valor, que é o próprio valor humano na prática. O levantamento da realidade e da verdade da organização, sem busca de culpados, admitindo os problemas que acontecem, mesmo que não sejam agradáveis de se ver, é a porta de entrada para este novo ambiente.

Com um profissional e uma intenção bem equalizados, todos os outros itens necessários tendem a acontecer de forma melhor. E a combinação disso tudo junto é que vai gerar um negócio próspero na área de saúde. Se você tiver dúvidas sobre as possibilidades, uma pergunta pode ajudá-lo: em que tipo de empresa você gostaria de passar o resto de sua vida? Se você quiser fazer parte de uma empresa que privilegia o seu compromisso com as pessoas e com a intenção de ajudar na cura, então provavelmente você encontrará outros ao seu redor que também queiram. Assim, já começou o ciclo da prosperidade.


Eduardo Elias Farah é professor da FGV, consultor e sócio da Chama Azul Business Care, empresa de consultoria e treinamento voltada à unificação entre os negócios e valores humanos. E-mail: edu@chamaazul.com.br

sábado, 5 de abril de 2008

Segmento de Saúde e Mercado de Ações

A Saúde em céu de brigadeiro?


Até meados de fevereiro, o índice Dow Jones acumulou perdas de até 10% frente à crise dos créditos subprimes, índice esse capaz de dar azia a qualquer investidor americano, mas em momentos de crise como esse, podemos ter uma prova de fogo de como o mercado percebe o que há de real riqueza ou apenas expectativas dentro das projeções de cada empresa.

Em meio ao furacão, aconteceu uma substancial procura por papéis de empresas do setor de saúde. O setor foi percebido pelo mercado como uma baía de segurança em momentos de mares revoltos. O mercado teve razão: desde o final de outubro, o setor de saúde foi o setor de melhor desempenho do mercado americano.

Apesar do grande número de IPOs e da participação das novas empresas brasileiras de saúde no mercado aberto de bolsa de valores, ainda temos pouco histórico aqui no Brasil para fazer análises parecidas, mas vamos dar uma olhadinha em como as vedetes de nosso setor lá fora se comportaram no meio do furacão.

Antes, faço aqui um aparte para celebrar o encontro promovido pelo banco de investimento UBS em Nova Iorque, onde dezenas de empresas de saúde de todo o mundo estiveram reunidas para apresentar seus planos. Na mesma ocasião, tivemos a participação “brazooca” de Amil, Delboni, Medial Saúde, SulAmerica e Tempo Participações (Gama), o que nos deixa muito orgulhosos. Sobre esse encontro, eu falo na próxima edição.

Voltando ao nosso tema, para justificar essa “saúde” do setor de saúde, a lógica dos investidores é de que, em momentos de crise, consumidores cortam o orçamento doméstico em itens ditos não essenciais, como veículos, viagens, eletrônicos, entretenimento e até roupas, mas não deixam de gastar em remédios, plano de saúde e consultas médicas. Faz sentido. (Aqui no Brasil, umas das menores quedas nesse período foi da AmBev. Será que cerveja também é item essencial em momento de crise?).

Aos mais aficionados, indico pesquisar o desempenho de empresas como Medtronic, Coventry e Humana como exemplos de crescimento sólido e rentabilidade consistente. Aproveitem o embalo para olhar os laboratórios que, frente aos problemas com recall de medicamentos, ficaram baratos e se tornaram um convite à compra pelo fato de pagarem dividendos por ação nunca antes vistos, como os casos da Pfizer e GSK (Glaxo) cujos dividend yelds superam a taxa de juros americanos.

Sendo assim, com o crescimento de nossa bolsa de valores local e a tão propalada possibilidade de o Brasil receber grau de investimento nos próximos meses, podemos esperar o mesmo tipo de comportamento dos investidores em relação às empresas de saúde listadas na Bovespa no futuro: um mar de tranqüilidade para momentos de pânico.

Bom para nós, pois o setor de saúde - considerado como um nó cego até pouquíssimo tempo – já reverteu essa percepção lá fora. Esperamos que o mesmo não tarde a acontecer aqui nos trópicos.

Para isso, temos de continuar trabalhando no sentido de desatar esse nó que é a saúde nacional. Com o acesso das empresas a capital, em seus IPOs e finaciamentos, o nó apenas deixou de ser cego, mas ele ainda está lá atado, firme e forte.

Abraços e até a próxima.

Glauco Michelotti




postado por Glauco Michelotti

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Americanos podem comparar hospitais por meio de base de dados


por Saúde Business Web

01/04/2008


Iniciativa do Departamento Nacional de Saúde visa melhorar o atendimento nas instituições


Ter referências sobre um hospital já não é mais problema para os pacientes nos Estados Unidos. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos lançou um site com informações comparativas entre os hospitais que atendem pelo Medicare.

Os usuários agora podem saber mais sobre limpeza, qualidade do atendimento, infra-estrutura, relação médico-paciente, certificação, tempo de espera, entre outros assuntos relacionados às instituições. Os dados são resultados de pesquisas realizadas com 2.500 pacientes que estiveram internados no período entre outubro de 2006 e junho de 2007.

O objetivo da iniciativa é melhorar a qualidade do atendimento e da assistência na rede de hospitais do Medicare. O endereço do site é www.hospitalcompare.hhs.gov

terça-feira, 1 de abril de 2008

Liderança

O que Napoleão Bonaparte tem a ensinar aos líderes que continuam errando?
31 de março de 2008 às 00:06
Napoleão Bonaparte atribuía a função de comandante geral ou estrategista aos inteligentes com iniciativa, enquanto os inteligentes sem iniciativa ficavam como oficiais que recebiam ordens e as cumpriam com diligência. Essa habilidade em selecionar as pessoas certas para cada função fez com que o famoso general se tornasse um dos líderes mais bem-sucedidos da história.

Exemplo melhor não há quando o assunto é gestão de recursos humanos. No entanto, e apesar de toda a informação disponível hoje, as empresas parecem declinadas a cometer erros. Nem todas elas entendem que o sucesso do negócio depende de suas lideranças. Estas, por sua vez, precisam ser transparentes, estar atentas à comunicação e fazer uso da generosidade para ouvir, fugindo do sentimento de ameaça que vem à tona quando há idéias discordantes.

Ego prejudica relações humanas
O inimigo do líder reside em seu próprio ego que, quase sempre, impede que sejam aceitas as opiniões do outro, mesmo quando estas se revelam certeiras. Isso ocorre com freqüência, não apenas em empresas administradas por famílias, mas também nas grandes organizações, onde as vaidades pessoais criam um ambiente artificial em que há muita preocupação com a glória individual, e não com a coletiva.

Com um cenário desses, é claro que haverá desentendimentos e crises. "Os tempos atuais são de grande aspereza, por isso cada um deve se tornar o líder de si mesmo, confiante, emocionalmente equilibrado, buscando ouvir a intuição e utilizando seus talentos pessoais. No entanto, é preciso querer isso claramente e saber transformar esse querer em ação", afirma o palestrante Benedicto Ismael Camargo Dutra.

Para que a equipe possa trabalhar, é necessário administrar as crises com bom senso e justiça, com o intuito de erradicá-las sem provocar ressentimentos. Mas existe uma forma ainda mais eficiente de combater os conflitos: o líder deve se aprimorar enquanto pessoa, aprender a dominar seu ego, se conscientizar e mudar suas atitudes em prol do bem-estar coletivo.

"Já é hora de os inteligentes com iniciativa entrarem em ação, conduzindo e orientando os demais", completa Dutra.


www.administradores.com.br

Acreditação Hospitalar

Sobre a Acreditação



A acreditação é um sistema de avaliação e certificação, que garante que a instituição oferece qualidade de assistência, segurança aos pacientes e profissionais, bem como equipes focadas na melhoria contínua. Durante o processo de acreditação, a ONA classifica o hospital em três níveis: Acreditado, Acreditado Pleno ou Acreditado com Excelência. Atualmente, em todo país há 129 organizações de saúde certificadas, destas, 54,3% estão em sua primeira certificação, 34,1% na segunda, 8,5% na terceira (Hospital Vivalle) e 3,1% em sua quarta certificação. As certificações de Acreditado (nível 1) representam 30,2% do total de certificações, as de Acreditado Pleno (nível 2), 52,7% e a Acreditação com Excelência (nível 3) 17,1%.

Sustentabilidade da Saúde Suplementar

27/3/2008

Sustentabilidade da Saúde Suplementar

O VI Encontro de Dirigentes ANAHP reuniu cerca de 100 especialistas do setor da saúde que discutiram a Sustentabilidade da Saúde Suplementar no Brasil.

Rio de Janeiro, 12 de março de 2008 - Acesso a Capital, IPO s (Initial Public Offering - Oferta Pública Inicial), Fundos Imobiliários e o estágio atual do TISS, foram os assuntos abordados pelos palestrantes no primeiro dia do evento.

Luis Gastão Rosenfeld, Vice-presidente do DASA abriu as apresentações da mesa de debates, moderada por Francisco Belestrin, Vice-presidente Executivo do Grupo Vita, falando sobre IPO s, que é o mecanismo pelo qual uma empresa abre o seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores. Gastão apresentou os custos, riscos e benefícios da abertura de capital e esclareceu algumas dúvidas que circundam o processo.

Para Gastão as empresas de biotecnologia abrem seu capital nas etapas iniciais de seus programas de pesquisa e desenvolvimento, porque elas necessitam de subsídios financeiros imediatos e início de retorno a médio prazo. Já a propriedade imobiliária é um ativo tangível com retorno estável e necessita de recursos somente se deseja acelerar seu crescimento de forma desproporcional ao seu retorno.

Em contra partida aos IPO s, os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores, com o objetivo de aplicar recursos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos. De acordo com Fábio Sinisgalli, Diretor Geral do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, a Instituição optou pelo fundo imobiliário devido à captação mais rápida de recursos financeiros, o controle acionário, os custos financeiros menores em relação aos financiamentos e nível de exigência menor do que o mercado financeiro.
Segundo Sinisgalli, o investimento imobiliário alcançou resultados positivos para o Grupo. "O Hospital está entrando em uma nova fase de crescimento, a capacidade de negociação melhorou, a oferta de produtos e liberação de créditos aumentou em vista a nova situação econômica do hospital e a qualidade dos serviços prestados pela Instituição melhorou, devido à expansão e melhoria das instalações", completa.


Para finalizar o segundo dia do evento com chave de ouro, os participantes puderam acompanhar o lançamento do Livro "Gestão do Corpo Clínico: Experiência dos Hospitais da ANAHP", coordenado por Henrique Salvador, Vice-presidente da ANAHP. A obra é muito importante pela diversidade e pela carência de registros semelhantes na literatura sobre o assunto. O Livro, escrito com a colaboração de Denise Schout, Consultora da ANAHP e Alberto Kaemmerer, Diretor Clínico do Hospital Mãe de Deus traz em cada capítulo a experiência dos hospitais associados à ANAHP.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Ferramenta de Gestão Hospitalar - BI

O BI na medida certa
De uma forma abreviada, o BI se resume como sendo os mecanismos que fazem chegar a informação certa, às pessoas certas e na hora certa.
Para reforçar a idéia que o BI é cada vez mais indispensável dentro das empresas, permitam-me lançar mão de um exemplo do nosso dia-a-dia. A maioria das pessoas no mundo todo são apaixonadas por automóveis. Temos modelos, marcas e preços dos mais variados. Todos possuem algo em comum, que é vital a meu ver em termos de segurança e direção:

Vocês já tentaram dirigir alguma vez sem algum deles? Isto pode ser uma verdadeira aventura, e é claro um perigo para os outros motoristas.
Nossos movimentos tornam-se lentos
Ficamos preocupados a todo o momento com os outros carros a nossa volta
Ficamos confusos e indecisos
Trazendo este exemplo para o mundo dos negócios, não é muito diferente. Um BI pode ser tão importante na sua empresa como os espelhos retrovisores do seu carro, e seguramente, podemos compará-lo aos indicadores de performance que fazem parte desta solução.
Um piloto de Fórmula-1 precisa estar atento ao que acontece à sua volta, e sempre de olho no espelho retrovisor e no restante dos equipamentos, para não ser ultrapassado por seus concorrentes. Da mesma forma que um executivo precisa de métricas e unidades de medida para basear suas decisões. Sem esses recursos seus movimentos também se tornam lentos na tomada de decisão, e mais cedo ou mais tarde verá seu concorrente ultrapassá-lo

Desmistificando o BI
O mercado de Inteligência Competitiva conta hoje com uma variedade muito grande de produtos e fornecedores. As características de cada solução vão depender da necessidade de cada empresa. Por isso é muito importante saber avaliar cada uma delas e o que se propõe.
João Sidemar Serain tem sólida experiência em Business Intelligence, é pós-graduado em Engenharia da Informação – FASP (Faculdades Associadas SP)e graduado em Administração de Empresas – UNIABC (Universidade do Grande ABC). Atualmente trabalha na empresa 7Comm.

terça-feira, 25 de março de 2008

Quais são os seus novos negócios para 2º semestre de 2008?

O administrador hospitalar é ciente dos principais índices gerais do seu segmento, mas o meu interesse aqui é comentar apenas dois deles do Grupo III Índices Econômicos Financeiros publicado pela ANAHP www.anahp.com.br :

1. Margem líquida de 5 - 8 %
2. Prazo Médio de Recebimento 63 dias

As margens líquidas dos maiores hospitais privados brasileiros , no geral ,são tímidas e há mais de 15 anos , desde que foi extinto o ganho com a ciranda financeira da economia brasileira , a alta lucratividade na comercialização de materiais e medicamentos alcança patamares vertiginosamente decrescentes de rentabilidade , com quebra de patentes ,unilateralidade de ações dos contratantes ferindo a teoria geral de do direito cível , em suma, a gestão não se profissionalizou minimamente a contento . Abro um parênteses, para falar do início da minha carreira , em 1991, quando houve a paridade cambial em nossa economia. Eu me lembro que gerenciava ainda em Salvador - Bahia, contas bancárias em aplicações diárias com diversos bancos . Ora, de negócios em saúde ,os administradores de empresa em hospitais , que não podiam ser ditos especializados , pouco dominavam o segmento. Àquela época tive a grata oportunidade de deter o know-how de gestão da Teoria Empresarial Odebrescht - TEO , com a introdução de fluxo de caixa por centro de resultado , só com o previsto, porque tinha o imprevisto de sua aplicabilidade, dado aos entraves tecnológicos na integração de sistemas gerenciais de saúde com a complexidade de informações. Em outras palavras, uma coisa era o que se produzia, a outra o que se faturava e finalmente , o que entrava no caixa e tinha uma tarja transparente de identificação just- in- time, de-para, ou qualquer terminologia cibernética da modernidade, para termos o direito de recebermos integralmente pela prestação de serviços previamente pactuados se claro, corretamente cobrados. Fui "forçada" a entender de custos do setor terciário antes que perdesse mercado de trabalho porque nem alto executivo de RH salvava patrimônio e empregabilidade ! As glosas eram lineares, os custos fixos altíssimos, os demonstrativos de pagamentos de convênios ( quando existiam ) eram hieróglifos, tardios , repasses feitos à mão, notas fiscais emitidas sobre valor bruto impostos recolhidos antecipadamente, e a contabilidade aguardava "com fé" a reconciliação da nota com seus variados e consistentes extratos de pagamento, auditorias de convênios escritas à lápis nas contas e um staff de faturamento, contas à receber de fazer inveja ( no quantitativo ), a equipe interna e "concorrente" de planejamento e resultados , hoje dita contabilidade de custos , que por sua vez , demorava em média , 3 meses , para que os resultados de cada unidade de negócio fossem consolidados ( já tendo sido repassados os resultados financeiros aos médicos "parceiros" através de demonstrativos de planos de ação anuais na forma de adiantamentos ).
Tornamo-nos instituições financeiras ! E ainda, sem background de banqueiros na cobrança de taxas , juros e boletos bancários, fomos devorados pela conjuntura do sistema econômico-financeiro , atolando-nos em dívidas de todas as esferas cíveis e governamentais. Ficamos sem CND's,ou com elas negativas mas de efeito positivo ; alterações no código civil e fomos chamados de solidários! O "gap" do ciclo financeiro x operacional só não evoluiu mais por conta da retração da Selic , infelizmente, desde apenas,os últimos 3 anos. Tivemos que buscar outras alternativas de negócios dentro do negócio. Aí foi que a estória do segmento de saúde começou a ficar interessante e disso eu discorrerei ao longo de cada unidade apresentando para os leitores blogueiros, sugestões de gestão, entrevistas com os líderes empresariais e stakeholders . Abraços Lorena

segunda-feira, 24 de março de 2008

Links recomendados

Vendas Diferentes
Liz Bittar & Associados - 24-Mar-2008

sábado, 22 de março de 2008

Planos de Saúde e os seus direitos

O Instituto Brasileira de Defesa do Consumidor (Idec) anunciou o ranking de reclamações do ano de 2007 por setores. Pelo oitavo ano consecutivo, as operadoras de saúde continuam na primeira posição, seguida pelo setor financeira. Com mais de 20 mil contatos de consumidores por ano e cerca de 23 mil consultas sobre ações judiciais no Idec, os planos de saúde obteve 17,1% das reclamações. As queixas são variadas, mas giram em torno de reajuste abusivo, falta de cobertura de procedimentos, consultas e exames.

Fonte:- Saúde Business Web